Durante dois meses, nos debruçamos sobre o ensino da Língua portuguesa.
Visitamos escolas públicas e particulares, conversamos com professores e alunos e pudemos vivenciar um pouco o dia a dia do ensino e da aprendizagem. Conhecemos experiências criativas como a da Escola Comunitária de Campinas, que promove um encontro de leitura entre alunos de idades diferentes, e da Escola Estadual André Ohl, em São Paulo, cujo tema de trabalho durante um semestre inteiro foi o poeta gaúcho Mário Quintana. Foi ótimo conhecer o trabalho da professora Kamila, da Escola Municipal Sítio Conceição, que incentivou as crianças a escrever cartas para um bonequinho de estimação. Na Escola Estadual Paulo Rossi, Marili Santos usa os versos e rima para analisar a ortografia e o sentido dos textos. A professora Sandra Modesto, da Escola Estadual Sérgio da Costa, esbanja energia ao comandar o jornal da escola e ao incentivar um grupo de alunos a escrever uma série de livros fora do período de aula. No Gracinha, escola particular de São Paulo, testemunhamos o trabalho da professora Mariana, que interpreta com os alunos legendas de fotografias. Exemplos interessantes não faltaram. Fomos ao interior e conhecemos o trabalho de duas escolas públicas em Santa Bárbara D'Oeste. Na EMEFEI Antônia Dagmar, a professora Sônia trabalha a compreensão de textos a partir de histórias infantis. Na EMEFEI José Luiz Gomes da Silva, a professora Maria usa versões diferentes do Patinho Feio, história clássica da literatura infantil, para trabalhar o reconto.
Nas universidades, conversamos com pesquisadores de renome, como Marisa Lajolo, autoridade em literatura infantil, e José Luiz Fiorin, autoridade em Linguística. O professor Fiorin fez excelentes indicações e chegamos a cientistas importantes como Beth Brait, Sírio Possenti e Maria Cristina Altman.
O resultado está aí embaixo, nos quatorze programas produzidos. Confira:
http://www.youtube.com/user/univesptv#grid/user/77E8CEF99B1F2432
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